Kim Anderson

Artesã, artista e designer gráfica, Kim Anderson forma com o seu marido, Tim Anderson, a Anderson Designs – um “criativo time de dois”. Entre projetos gráficos e ilustrações, Kim passou a se dedicar, também, para a Arte Surda (De’VIA – Deaf View/Image Art), chamando a atenção para questões relacionadas a esse universo.

Surda, a artista concluiu a graduação em Desenvolvimento Humano e Estudos da Família e o mestrado em Educação Ocupacional e Continuada pela Universidade do Kansas, nos Estados Unidos. Por mais de vinte anos, trabalhou no campo da reabilitação vocacional e da saúde mental – área em que já não atua mais profissionalmente, preterida para as ilustrações e para o trabalho na empresa de design.

Na Arte Surda (que pode ser vista em seu site, clique aqui), Kim parte de suas experiências e faz menção à luta e à resistência do povo surdo, reafirmando a primazia da American Sign Language (ASL), enaltecendo o Deaf Gain (Ganho Surdo), as comunidades e as culturas surdas e denunciando as várias opressões e violências cometidas contra pessoas surdas.

 
Kim Anderson (2)
 


Categoria: Artes Plásticas
País: Estados Unidos
Obra: “Os três elementos e o quarto elemento”
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: https://www.andersondesignsks.com


 

Cabine – Surdos tem voz

A série #Cabine, veiculada no canal do médico, escritor e apresentador Drauzio Varella, traz à tona a valorização das diferenças pela voz (e pelos sinais) de pessoas que afirmam diferentes identidades, origens e culturas. Os vídeos abordam questões relacionadas à raça, deficiência, sexualidade, imigração, maternidade etc.

No vídeo sobre surdos (“Minha audição não funciona como a sociedade quer”), Leonardo Castilho, hoje um dos nomes mais conhecidos das comunidades surdas do país, desafia estereótipos e faz o espectador rever os seus olhares sobre as pessoas surdas.

 
Cabine - Leo Castilho
 


Categoria: Surdez na mídia
País: Brasil
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)
Site oficial: Canal Drauzio Varella


 

Dal’s Poke

De ascendência asiática, o canadense Dalong Houang (também conhecido por Dal) nasceu surdo e desde menino é um grande entusiasta da culinária japonesa. “Me apaixonei por sushi na primeira vez que experimentei, no restaurante do meu tio. E após concluir o ensino médio, fui trabalhar na Honjin Sushi, onde fiquei por mais de oito anos”, conta.

Ao lado de seu pai e de sua madrasta, Dal fundou a Dal’s Poke (ou Poke do Dal, em tradução livre), unindo a sua experiência como chef sushiman ao gosto por poke do casal, surgido após uma visita a parentes no Havaí – o poke, ou poké, um dos principais pratos da cozinha havaiana, consiste em cubos de peixe cru (geralmente atum), temperados com sal, cebolinha, molhos e ervas, servidos em tigelas com arroz, cogumelos, abacate, cenoura, ervilha, beterraba, etc.

O restaurante fica em Langley, na região metropolitana de Vancouver, Canadá. Por ser uma empreitada “deaf-owned” (gerida por surdo), logo chamou a atenção das comunidades surdas locais e hoje, de acordo com Dal, grande parte de sua clientela é ligada a esses grupos. Fazer um pedido em língua de sinais e ser bem recebido por um chef surdo é um dos grandes diferenciais do estabelecimento, para além da qualidade das refeições.

Para assistir a um vídeo sobre o Dal’s Poke, clique aqui. Para segui-los no Facebook, clique aqui.

Dal's Poke (2)

   


Categoria: Bares e Restaurantes
País: Canadá
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://dalspoke.com


 
 
  
  

Pais e filhos

Legião Urbana foi, sem dúvidas, uma das principais bandas de rock brasileiras das décadas de 1980 e 1990. Em sua formação clássica, Renato Russo, Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos e Renato Rocha gravaram músicas que marcaram a juventude de milhões de brasileiros, como “Será”, “Eduardo e Mônica”, “Tempo perdido”, “Índios”, “Faroeste Caboclo” e “Eu sei”.

Em 1989, após a saída de Renato Rocha, a banda brasiliense (já em sua configuração que permaneceu até o fim, com Renato Russo, Bonfá e Dado) lançou o seu quarto álbum, “As quatro estações”, em que se destacaram músicas como “Há tempos”, “Monte Castelo” e “Pais e filhos”. Esta última, uma canção que aborda o tema depressão/suicídio e que popularizou o famosíssimo apelo “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”, é interpretada em Libras por Adriano Ruan no vídeo abaixo.

 
Pais e FIlhos
 


Categoria: Sucessos em sinais
País: Brasil
Música: “Pais e filhos”
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)
Letra: “Pais e filhos”, de Legião Urbana
Vídeo oficial: “Pais e filhos”, Legião Urbana


 
 

Mundo do Silêncio

Uma jovem menina surda cumprimenta um rapaz sentado no banco da praça. Sem saber como responder, ele logo conta com uma ajuda bastante especial.

Este pequeno e singelo vídeo produzido em stop motion foi fruto de uma oficina de animação realizada em julho de 2013 no Centro Suvag de Pernambuco, através do Ponto de Cultura Vozes Visuais.

 
Mundo do Silêncio
 


Categoria: Curtas / Animações
País: Brasil
Filme: “Mundo do Silêncio”
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)