The Most Beautiful Thing

Categoria: Curtas / Animações
País: Estados Unidos
Filme: “The most beautiful thing” (“A coisa mais bonita”)
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)

Brandon, um rapaz ouvinte, e Emily, uma moça surda, conhecem-se na escola e, aos poucos, começam a se envolver. Um caderno passa a ser um dos principais suportes de comunicação entre os dois, que começam a se comunicar – sobretudo – por meio do Inglês escrito. A distância entre as línguas, no entanto, não impede a aproximação do casal. Bem como “Words” (clique aqui para assistir), “Quiet signs of love” (clique aqui), “At first sign” (clique aqui), “Love language” (clique aqui), “Our song” (clique aqui), “Hear me” (clique aqui), entre outros vários, o curta-metragem do jovem Cameron Covell aborda os imperativos de um amor surdo-ouvinte. O vídeo conta com algumas (poucas) falas e textos em Inglês.

 

 

CSD

Categoria: Propaganda
País: Estados Unidos
Anunciante: CSD – Communication Service for the Deaf 
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://www.c-s-d.org (site do anunciante)

“Fundada em 1975, a Communication Service for the Deaf, Inc. (CSD) é uma organização privada sem fins lucrativos que se dedica a criar e prover serviços e tecnologias que beneficiem surdos e pessoas com deficiência auditiva” (retirado do site da CSD, tradução nossa). Com uma atuação focada, sobretudo, em serviços de interpretação remotos (VRI), a CSD busca quebrar barreiras de comunicação e empoderar sujeitos surdos usuários de línguas de sinais. Em um de seus vídeos promocionais, a organização divulga as várias (supostas) possibilidades de interação que estarão presentes no dia-a-dia de surdos e ouvintes sinalizadores nas próximas décadas, promovendo a sua visão. E se as “novas tecnologias” articulam e fortalecem, cada vez mais, as comunidades surdas, a CSD logo se antecipou e fez uso deste mote em um de seus filmes comerciais (produzido por Braam Jordaam, Bradley Gantt e Anthony Mowl).

 

 

ASLoquist – Ventríloquo Surdo

Categoria: Outros
País: Estados Unidos
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)

De acordo com o dicionário Houaiss, ventriloquia é a “capacidade de falar movendo muito pouco os lábios, para dar a impressão de que a voz vem de outra pessoa ou de um boneco, e não do falante”. Hoje, ventríloquos como Jeff Dunham e Dan Horn fazem de seus bonecos personagens com vida própria, cativando milhares de espectadores pelo mundo. E se essa arte tem na fala (na projeção da voz) um de seus elementos centrais, artistas surdos estadunidenses – como Tammy Jo Ellis – apresentam-se, ao contrário, como “ASLoquists” (ou “ASLoquistas”), fazendo uso da comunicação manual. Com bonecos que conversam em American Sign Language (ASL), a “ventriloquia  surda” (ressalvando a contradição posta no termo, formado por venter, tris – ventre + loqui – falar, dizer, contar, narrar) traz às culturas surdas um interessante, e divertido, espetáculo. (Clique aqui para assistir à Tammy Jo Ellis e aqui para conhecer outra ventríloqua surda)

 

ASLoquist

 

SIGNin’ in the Street

Categoria: Festas e Discotecas
País: Estados Unidos
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)

Em três dias de festejos, as línguas de sinais e as culturas surdas foram celebradas na Disneylândia (Califórnia), no SIGNin’ in the Street (Sinalizando na rua). O evento, aberto a todos os frequentadores do parque, ocorreu em março de 2012 (dos dias 16 a 18) e teve como principal objetivo promover – por meio das artes – as culturas e as comunidades surdas. Uma série de atividades deram mais graça, em língua gestual, ao “reino encantado da Disney”. Exibições de filmes (como “See what I’m saying”, um prestigiado documentário sobre artistas surdos, e “The Hammer”, baseado na vida de Matt Hamill, lutador surdo estadunidense), apresentações teatrais, musicais e de dança (Deaf West Thatre, CJ Jones, Beethoven’s Nightmare, Sean Berdy, etc.), workshops, performances e conversas com celebridades surdas (como Marlee Matlin, Deana Bray, Robert De Mayo, integrantes do elenco de “Switched at Birth”, etc.), entre outras várias atrações, jogaram os holofotes para as produções surdas, em um fim de semana cheio de sinais. Clique aqui para ver vídeo oficial do SIGNin’ in the street. Abaixo, ilustração criada pela artista plástica surda Mary Rapazzo para o evento.

 
Signin' in the street

 

San Antonio Deaf Dance

Categoria: Dança
País: Estados Unidos
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)

O SADDC (San Antonio Deaf Dance Company) é um programa intensivo de dança oferecido a crianças e jovens surdos da região metropolitana de San Antonio, Texas (Estados Unidos). Em quatro semanas de formações, alunos do ensino médio e fundamental têm acesso a um curso de férias (conhecidos como camps, ou acampamentos de verão), onde aprendem noções de dança/teatro com dançarinos e performers surdos, além de aspectos de cooperação, liderança e cultura surda. Ao fim do curso, o grupo realiza uma apresentação, fruto dos esforços da equipe. “O programa teve início com Carol Ann Broderson, na época estudante da Gallaudet University, que percebeu que alunos surdos não estavam envolvidos com suas escolas, tinham baixa auto-estima e não buscavam prosseguir seus estudos. Ela quis então criar um projeto para estimular esses alunos a se envolverem” (retirado de Northside ISD, tradução nossa). Para saber mais, acesse a página do SADDC no Facebook – clique aqui. Abaixo, video-music de “Scream” (Michael Jackson) com a participação de jovens do grupo.