Mc Donald’s – EUA

Categoria: Propaganda
País: Estados Unidos
Anunciante: McDonald’s
Línguas: Inglês  e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://www.mcdonalds.com

Veiculada na década de 80 pela rede de fast-food McDonald’s, a propaganda “Silent Persuasion” (“Persuasão Silenciosa”) mostra um rapaz surdo a tentar convencer sua amiga a lhe fazer companhia à praia – após uma primeira recusa, o jovem sugere passarem antes no McDonald’s: o pedido, quase irrecusável, é logo aceito.

 

 

Looking back

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Estados Unidos
Poema: “Looking back” (“Olhando para trás”)
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL), legendas ocultas (CC) em Português – saiba mais

O tempo que pára no encontro com a mulher desejada; a rejeição, a queda; lembranças e o olhar para trás. No poema “Looking back” (“Olhando para trás”), interpretado em Língua de Sinais Americana, figuras de linguagem brotam das mãos do narrador, compondo uma bela poesia gestual.

 

 

Marlee Matlin

De todas as celebridades surdas, Marlee Matlin talvez seja uma das mais conhecidas hoje. Em 1987, a norte-americana venceu o Oscar de melhor atriz pela participação no filme “Children of a lesser God” (“Filhos do silêncio”, em tradução brasileira e “Filhos de um Deus menor”, na versão portuguesa), superando Jane Fonda, Kathleen Turner, Sissy Spacek e Sigourney Weaver, que também concorriam ao prêmio.

Um ano antes, aos 20, Matlin ganhara o Globo de Ouro por seu trabalho, sagrando-se a mais jovem atriz a conquistá-lo. Nas duas premiações, como não poderia deixar de ser, fez seu discurso de agradecimento em American Sign Language.

Além de “Filhos do Silêncio”, a atriz atuou em outros (vários) filmes e séries que abordam o tema da surdez, como “Sweet Nothing in my Ear” (“Nada que eu ouça”, que retrata o dilema do implante coclear) e, mais recentemente, a série “Switched at Birth”.

Com aparições em programas de TVs, festivais e eventos, Matlin – surda sinalizadora que partilha das comunidades e culturas surdas – dá ainda mais visibilidade para as causas e lutas Surdas, reafirmando-as e promovendo-as na grande mídia. Com toda a sua popularidade, a artista faz reverberar, assim, as delícias e os prazeres de ser Surdo.

Abaixo, vídeo da premiação do Golden Globe – Globo de Ouro de 1987 (para assistir à premiação do Oscar de 1987, clique aqui). Para ver mais vídeos e fotos da atriz, acesse seu site oficial (clique aqui).

 
Marlee Matlin
 


Categoria: Performers
País: Estados Unidos
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://www.marleematlinsite.com


 
 

The Deaf Dream

Categoria: Campanhas e Movimentos
País: Estados Unidos
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://www.thedeafdream.org

O sonho de Khiem, um jovem surdo vietnamita, é estudar na Gallaudet University, nos EUA: assim, poderá entrar em contato com novas metodologias de ensino para surdos, bem como estudar as bases legais das lutas por direitos do povo surdo. Já Simba Gavu pretende criar programas de geração de renda para pessoas surdas em situação de vulnerabilidade no Zimbábue. Marco Nyarko, por sua vez, mobiliza-se para fundar um instituto de formação para intérpretes em Gana. Os esforços dos três (bem como os de outras tantas lideranças surdas pelo mundo), para além do benefício pessoal, criam condições para “empoderar” e trazer (grandes) melhorias às comunidades surdas de que fazem parte. Para contribuir com a realização desses projetos, The Deaf Dream (O Sonho Surdo) – organização fundada por Destiny Yarbro, nos EUA – busca angariar fundos e criar redes de solidariedade entre apoiadores de diferentes países. “Localizamos, capacitamos e apoiamos lideranças Surdas para serem exemplos e advogarem em suas comunidades. (…) Empoderando Surdos por meio da educação e do trabalho, o The Deaf Dream emprega o princípio do ensinar a pescar” (retirado do site oficial). Para isso, há também planos de se inaugurar Dream Academies (Academias de Sonhos) como pólos de difusão cultural, mobilização política e capacitação profissional para líderes surdos. Para conhecer mais e/ou fazer doações, acesse o site – clique aqui. Abaixo, um dos vídeos institucionais do projeto.

 


 

Ashley Shaffer

A paixão pela arte surgiu quando Ashley Shaffer tinha apenas quatro anos: a menina surda, crescida em família ouvinte, encontrou em traços e cores uma forma de expressar a sua inventividade – e bem pequena decidiu que seria artista.

Após estudar na Maryland School for the Deaf, Shaffer ingressou no National Technical Institute for the Deaf (NTID), onde se licenciou em Estudos da Arte e da Imagem. A artista plástica, que hoje traz em seu corpo uma tatuagem com os dizeres “Arte é a minha paixão”, em muito se inspira no mundo da moda (em especial, diz ela, no trabalho da designer Betsey Johston). “Expressar-se por meio da arte é como colocar uma semente  no solo para crescer bonita e sem parar”, afirma Ashely.

Entre as suas obras, algumas retratam a sua experiência Surda, em trabalhos De’VIA que retomam alguns dos marcadores culturais das comunidades surdas. “Eu acho que é único porque não há muitas pessoas que produzem Arte Surda. No entanto, sei que é um tanto vago para ouvintes que não entendem a cultura surda, que também não entendem esse tipo de arte” (retirado de DeafandHoh).

Clique aqui para acompanhar o trabalho da artista.

 
Ashley Shaffer
 


Categoria: Artes Plásticas
País: Estados Unidos
Obra: “Stand Togheter
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://theartworkofashleyshaffer.wordpress.com