O Arco-íris

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Poema: “O Arco-íris
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

Escrito pela autora surda Ronise Oliveira (e publicado em seu livro “Meus sentimentos em folhas”), o poema “O Arco-íris” é interpretado em Língua de Sinais Brasileira por Débora Raminelli, aluna da EMEBE Neusa Bassetto (São Bernardo do Campo – SP). Além desta, outras traduções em Libras foram registradas em vídeos por estudantes da escola, como parte de um projeto de Português como segunda língua (L2) – clique aqui para ver o poema “Explosão do Amor” e aqui para o texto “Saudade”, ambos apresentados em língua gestual.

 

 

Poema 15

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Chile / Estados Unidos
Poema: “Poema 15
Línguas: Espanhol e American Sign Language (ASL), legendas ocultas (CC) em Portuguêssaiba mais

Pablo Neruda (1904-1973) é um dos principais escritores de língua castelhana do séc. XX. Seus poemas, traduzidos em diversos idiomas, são lidos em dezenas de países para além do Chile, onde nasceu. No vídeo abaixo, o “Poema 15” – lido do original em Castelhano – é interpretado em American Sign Language por Sabina England (clique aqui para ver o “Poema 15” traduzido em Português). Mais uma tradução para enriquecer a antologia poética em língua de sinais.

 


 
 

Mãos do Mar

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Poema: “Mãos do mar
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

O mar revolto, a tormenta, a asfixiante proibição dos gestos. Cheia de imagens poéticas, a interpretação de Alan Henry de “Mãos do mar”, em Língua Brasileira de Sinais (Libras), enche os olhos de beleza.

 

 

O amor em paz

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

O poema de Vinicius de Moraes, consagrado na parceria com Tom Jobim e cantado por diferentes grandes nomes da música brasileira – como João Gilberto, Gal Costa e Toquinho – ganha versão traduzida e interpretada em Libras por Hélio Fonseca. “O amor é a coisa mais triste quando se desfaz…”.