Ou isto ou aquilo

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Poema: “Ou isto ou aquilo” (Cecília Meireles)
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

“Ou isto ou aquilo”, um famoso poema infanto-juvenil da poetisa Cecília Meireles, é interpretado em Libras por Fabiano Campos (Vez da voz). “Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo… e vivo escolhendo o dia inteiro!”. Para ler o poema na íntegra, clique aqui.

 

 

Soneto de Fidelidade – Libras

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Poema: “Soneto de Fidelidade” (Vinicius de Moraes)
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

Um dos poemas mais conhecidos de Vinicius de Moraes, o “Soneto de Fidelidade” (onde se encontra uma das frases mais popularizadas de sua antologia poética: “que não seja imortal, posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure”) é traduzida para a Língua de Sinais Brasileira por Valdo Nóbrega.

 

 

Poema de Daniela

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Poema: “Poema de Daniela
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

Para comemorar o Dia Nacional da Poesia (14 de março), a TV UFG veiculou, em sua programação, um poema em língua de sinais intitulado “Poema de Daniela”. Interpretado por Jaspion Leone, o texto exalta a beleza que salta aos olhos em cenas cotidianas: uma das riquezas da experiência visual.

 

 

Separazione

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Itália
Poema: “Separazione” (“Separação”)
Línguas: ItalianoLingua dei Segni Italiana (LIS)

No poema gestual dos italianos Antonio Cannata e Giovanni Menta, são contados – com muita beleza – diferentes momentos da trajetória de pais e filhos, até a separação desses. Uma poesia em língua de sinais fácil de ser compreendida por todos.

 


 

Mãos Iguais

Categoria: Poesia em Língua de Sinais
País: Brasil
Poema: “Mãos Iguais
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

A leveza dos movimentos e os sinais que compõem o belo cenário desenhado pelas mãos de Wilson Santos fazem do breve poema gestual “Mãos Iguais” um ótimo presente para os olhos (e para o coração).